SAÚDE INTEGRATIVA

Melhorie a sua auto-estima, sinta-se feliz!

Saúde Integrativa

Estas abordagens em Saúde Integrativa podem contribuir para a redução do
consumo de medicamentos, aumento da autoestima e melhora da qualidade de
vida.

Algumas definições das diversas abordagens terapêuticas:

A Oligoterapia é uma abordagem das terapias naturais, que trata a pessoa como um todo utilizando os oligoelementos. Foi desenvolvida pelo Dr. Jacques Menetrier, em França, em 1932. Mais tarde, o Dr. Picard (1950) aplicou-a na reumatologia e, em 1970, Michel Deville foi o precursor, na Suíça e no Mundo, da Oligoterapia global - reagrupamento dos oligoelementos que tratam um problema na sua globalidade. Esta abordagem natural é muito usada na Europa e nos EUA há vários anos.

A Oligoterapia trata das perturbações de saúde e bem-estar, recorrendo aos oligoelementos, sob forma ionizada, para que estes restabeleçam e normalizem as funções e as carências do organismo. A principal vantagem sobre outras terapêuticas é permitir o cuidado de estados pré-patológicos e corrigir os transtornos funcionais que, caso não sejam tratados, evoluirão para patologias lesionais.

A Oligoterapia reconhece a natureza plurifactorial das manifestações clínicas, que requer uma abordagem global e personalizada do cliente. Essa terapêutica visa a cura da pessoa – ou seja, trata a causa e não somente os sintomas da doença. Uma das grandes vantagens da Oligoterapia é não apresentar efeitos colaterais ou contraindicações, podendo ser prescrita por longos períodos sem que o organismo se torne dependente.

A Oligoterapia não utiliza medicamentos, uma vez que estes são elementos estranhos ao nosso corpo, que se substituem temporária ou parcialmente ao funcionamento do mesmo. O magnésio, o manganês, o potássio, o silício, o cobre, o zinco, o níquel, o cálcio, o fósforo, o cobalto, o ferro... são alguns dos oligoelementos, presentes na Natureza e no corpo humano, que os oligoterapeutas usam com sucesso para prevenir/tratar problemas de imunidade, de circulação, de endocrinologia, de digestão, de alergias, de convalescenças, etc. Assim, a Oligoterapia atua em profundidade indo corrigir as reações bioquímicas do corpo e dessa forma reequilibrá-lo levando-o de volta a um funcionamento mais normal e mais natural. Hoje sabe-se que a oligoterapia associada a produtos naturais é um meio válido e eficaz para impedir e reverter a osteoporose bem como muitas das patologias reumáticas, para além de inúmeras outras patologias como sinusite, problemas do sistema imunológico, etc.

O que são oligoelementos ? Os oligoelementos são microquantidades de minerais encontrados no mar, na terra e nos seres vivos (oligo=pouco). São fundamentais, pois as enzimas que têm uma enorme importância nas reações bioquímicas necessitam dos oligoelementos para fazerem o seu trabalho. São eles que fornecem a energia para que ocorra a reação bioquímica, em última instância eles regulam e permitem as trocas metabólicas dentro e fora das células, mantendo dessa forma o equilíbrio bioquímico do corpo. Os oligoelementos são os catalisadores indispensáveis a todas as funções vitais do organismo, inclusive as da pele. Todavia, a catálise pode ser bloqueada por diversos fatores, tais como: poluição; stress; ritmo de vida; problemas psíquicos; desequilíbrios alimentares; ruídos; emoções, sendo que este bloqueio funcional, com o tempo, provoca problemas de saúde, incluindo da pele e da silhueta (envelhecimento cutâneo precoce, acne, celulite...).
O diagnóstico por Biofeedback permite detectar alterações funcionais ainda num estado primário e consequentemente promover a prevenção de futuras doenças. O equipamento de Biofeedback possibilita após o diagnóstico a emissão de frequências complementares que restabelecem o funcionamento das zonas afectadas e possibilita a sua reestruturação.

Com uma base de dados infindável é possível verificar quais os elementos nutricionais, fitoterápicos, homeopáticos, minerais etc., que mais se adequam ao tratamento das zonas afectadas. O sistema de BioFeedback utiliza teorias e tecnologia semelhantes a equipamentos de Diagnóstico convencionais como o Ultra-Som , Ressonância Magnética, TAC, ECG, Ecografia, etc. os quais medem o corpo e o seu campo elétrico, a fim de prestar informações ao paciente sobre o seu estado de saúde.

O Biofeedback tem a grande vantagem de ser um método não invasivo e sem qualquer transtorno para o paciente, podendo ser realizado em qualquer idade e sem qualquer tipo de efeitos secundários adversos.
Assim como o personal trainer, profissional que estimula e auxilia pessoas em busca de bons resultados na prática de exercícios físicos, o Coaching Nutricional atua apoiando e orientando as pessoas que buscam maior qualidade de vida, seja pela da perda de peso ou com a adoção de uma alimentação adequada e saudável.

O Coach nutricional pode atuar de duas formas: o profissional de nutrição que se especializa em Coaching para agregar à sua atuação, trabalhando programas específicos, orientações nutricionais e o controle da mente, contribuindo para o foco, determinação e comprometimento com os objetivos do cliente. A outra forma é um Coach que trabalha a mente do cliente, determinação, paralelamente à atuação de um nutricionista, para que juntos possam despertar corpo e mente do cliente, no sentido de compreender a necessidade de mudança de comportamentos e quebra de crenças limitantes, e realizar o que for necessário para o seu próprio bem-estar.

O profissional especialista em Coaching Nutricional trabalha não apenas os aspectos relativos à saúde e nutrição, mas utiliza conhecimentos, técnicas e ferramentas de Coaching para propiciar mudanças de pensamento, atitudes e comportamentos. A primeira transformação deve vir da mente. É preciso primeiro programar o cérebro a adotar um novo estilo de vida para, assim, tornar a perda de peso um processo simples e natural. Com o apoio de um coach nutricional, os indivíduos aprendem como manter uma alimentação equilibrada, como fazer reeducação alimentar e como se livrar de comportamentos de risco.

Devem também compreender e evitar o efeito perverso das chamadas “dietas milagrosas”, além de adotar uma rotina mais saudável e, consequentemente, como obter maior qualidade de vida, procurando o bem-estar.

Tudo isso é feito nas chamadas sessões de coaching, que podem ser semanais, quinzenais ou mensais. Nelas, o cliente e seu coach elaboram, em conjunto, atividades específicas para que o indivíduo fique mais próximo da conquista de seus objetivos pessoais. Durante estes momentos, o coach nutricional, pode sugerir ao paciente que ele procure profissionais de educação física, e também nutrição, caso ele não seja formado na área, de acordo com o perfil e meta desejada pelo cliente.
O Mindfulness é considerada uma prática complementar e integrativa. É traduzida para o português como “atenção plena” e consiste em uma habilidade intencional de voltar a nossa atenção para o momento presente, sem julgamentos.

Podemos praticar o Mindfulness em quase tudo o que fazemos: ao andar, conversar, trabalhar, fazer tarefas domésticas e também ao comer, sempre nos concentrando no momento presente, e não no que pode acontecer no futuro ou no que aconteceu ou poderia ter acontecido no passado.

O Mindfulness é considerada uma capacidade inata, que vamos perdendo ao longo dos anos, mas que pode muito bem ser treinada a partir da meditação. A meditação baseada no Mindfulness ou atenção plena tem origem no Budismo, mas não está vinculada à prática religiosa e pode ser realizada por qualquer pessoa.

Quando pensamos no Mindfulness voltado para a alimentação, chamamos Mindful Eating, que pode ser traduzido como “comer com atenção plena” ou comer com consciência. Quando comemos sem atenção, não saboreamos os alimentos e é comum comermos em excesso e com distração.
A Fitoterapia é o estudo de plantas medicinais e do seu uso na promoção, proteção e recuperação da saúde. As plantas medicinais são espécies vegetais que podem exercer ação terapêutica.

Essa forma de tratamento é muito antiga e remete aos primórdios da medicina, quando os vegetais eram a base do tratamento de diversas enfermidades.

A OMS posiciona-se a favor da utilização de plantas medicinais, mas é preciso usá-las com cautela. Por ser um produto natural é comum a utilização de fitoterápicos de forma indiscriminada. Isto é um erro, pois pode haver interações, efeitos adversos e contraindicações.

A prescrição de fitoterápicos deve basear-se em evidências científicas, considerando a eficácia, segurança, contraindicações e autorização pela Vigilância Sanitária .

Dentre os profissionais de saúde habilitados a prescrever medicamentos fitoterápicos, estão os nutricionistas com título de especialista em fitoterapia.
A Medicina Tradicional Chinesa é um sistema médico integral que surgiu há milhares de anos na China. Tem como fundamento a teoria Yin-Yang, que divide o mundo em dois princípios opostos que se complementam. O objetivo é buscar o equilíbrio entre esses opostos. Entre suas práticas de tratamento estão o uso de plantas medicinais, práticas corporais ( lian gong, chi gong, tuina, tai-chi- chuan) e mentais (meditação) e a acupuntura.
A Acupuntura (do latim acus – agulha e punctura – punção) abrange procedimentos que permitem estimular pontos anatómicos por meio da aplicação de agulhas metálicas bem finas.

Essa estimulação provoca a liberação de substâncias e neurotransmissores que podem ajudar na diminuição de dores, em funções orgânicas e melhora da imunidade.

A partir da segunda metade do século XX a Acupuntura foi inserida na medicina ocidental e diversas pesquisas científicas comprovaram seus efeitos terapêuticos, sendo uma prática de saúde integrativa recomendada pela OMS.
Criada pelo médico Samuel Hahnemann, a Homeopatia é um tipo de terapia reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como Medicina Complementar.

A Homeopatia é baseada em quatro pilares principais: Lei dos Semelhantes: Essa é a base desta medicina. A ideia é que as mesmas substâncias naturais capazes de desenvolver sintomas e doenças também têm o poder de curá-las. É a mesma lógica de usar o veneno da cobra para curar alguém picado, porém com algumas diferenças explicadas nos outros pilares.

Experimentação: como o nome já sugere, Hahnemann, tinha a ideia de que qualquer tratamento homeopático deveria ser, primeiramente, experimentado em pessoas saudáveis. Só após os estudos se mostrarem eficientes, deveriam ser utilizados em pacientes doentes. Essas experimentações nunca poderiam serem feitas em animais, uma vez que era preciso que as cobaias fossem informadas sobre os sintomas e as reações subjetivas.

Doses mínimas: A homeopatia trabalha com a extrema diluição das substâncias que causam as doenças. E quanto menor a quantidade dessa substância, mais energia o remédio tem e, portanto, maior o seu poder de cura. Remédio único: Esse é um pilar que causa divergência dentro da própria homeopatia. A proposta é que se faça uso de um medicamento por vez, privilegiando aquele que englobe o tratamento para a maior quantidade de sintomas que o paciente apresente. Ao longo das consultas, com o médico conhecendo melhor o seu paciente, ele pode fazer alterações, até que encontre o remédio que trata o todo. No entanto, há duas linhas nessa medicina: a Unicista, que utiliza apenas um medicamento, e a Pluralista, que prefere fazer uma combinação de medicamentos.

Resumindo: A lógica dessa ciência é utilizar as mesmas substâncias que causam os sintomas das doenças para tratá-las. Para isso, essas substâncias são bem diluídas em água, até que fique uma quantidade que seja o suficiente para aliviar esses sinais, em vez de intensificá-los. A homeopatia engloba mais de 2 mil tipos de remédios, que podem ser extraídos de fonte vegetal, mineral ou animal. Na grande maioria das vezes, os remédios são vendidos em forma de pequenas bolinhas brancas, a serem colocadas debaixo da língua até se dissolverem. O médico homeopata deve ser o responsável por indicar esses medicamentos alternativos, considerando as condições físicas e emocionais do paciente. O objetivo da homeopatia é não apenas aliviar e curar os sintomas, como também trazer o equilíbrio energético ao organismo. Por isso, cada receita é individualizada e não se deve compartilhar remédios homeopáticos com outras pessoas, ainda que elas apresentem os mesmos sintomas.

Caso o paciente faça uso de remédios alopáticos (que são os tradicionais), o médico homeopata deve ser informado, uma vez que alguns homeopáticos podem interferir na absorção desses.

Como são as consultas de Homeopatia ?

O médico homeopata deve fazer uma avaliação clínica completa, para certificar se o paciente não possui alguma doença que não pode ser tratada por meio dessa medicina. Também são analisadas algumas partes do paciente, como a língua, as unhas e a pele, que podem revelar alguns problemas internos e até o temperamento da pessoa. Por fim, há um questionário mais detalhado sobre todos os sintomas apresentados, personalidade, histórico familiar e outras informações que poderão ajudar a criar o perfil homeopático do paciente.
A Osteopatia é uma terapia manual e um sistema de avaliação, com os seus próprios princípios subjacentes. Permite detectar e tratar áreas afectadas, restabelecendo a natural capacidade de cura do organismo e, em última instância, restaura o equilíbrio global. Um dos seus princípios básicos centra-se no facto de que boa parte da dor e disfunção que sofremos, tem origem em alterações da estrutura e função do nosso organismo.

Criada nos EUA pelo Dr. Andrew Taylor Still, um médico, a Osteopatia rapidamente se difundiu até ao Reino Unido, onde se tornou bastante popular, reconhecida e integrada no sistema nacional de saúde. Através de uma vasta gama de técnicas de manipulação manuais, a Osteopatia age sobre a estrutura do corpo – particularmente músculos, ligamentos, nervos, articulações e órgãos.

A Osteopatia é frequentemente referida como sendo holística devido à sua abordagem abrangente na avaliação dos pacientes – a Osteopatia não é orientada para os sintomas e considera o paciente como um todo –, mas também devido aos seus efeitos na saúde e bem estar globais.

Nós acreditamos que a Osteopatia é uma terapia complementar e não uma terapia alternativa. Esta abordagem implica um relacionamento próximo e proactivo com médicos – frequentemente ortopedistas, neurologistas e médicos de família –, e também com hospitais e outros prestadores de cuidados de saúde, no sentido de assegurar ao paciente o melhor nível de prestação de cuidados.